Imagem capa - Viva o Infinito por Everton Rosa
VIVA O INFINITO

Viva o Infinito





Olá, eu sou o Everton Rosa!


Construí uma vida dos sonhos a partir de um trabalho simples, cresci como ser humano e como profissional dentro das limitações que todos  que nascem em um país pobre sofrem; sempre sonhei em ser rico, mas nunca consegui ligar dinheiro em abundância à riqueza. Para mim, "ser rico" sempre representou um estado de espírito, uma forma de pensar, em vez de apenas simbolizar o "poder de compra". A partir desse entendimento, descobri que ser rico era algo muito simples, uma vez que não tinha relação com o dinheiro. Deparei-me com a falta dele, então como eu poderia ser rico por dentro sem ter o suficiente para viver? Como poderia vibrar como um rico se não tinha condições de manter a minha própria vida?


Foi aí que comecei a desenvolver a minha própria metodologia para enriquecer, tanto na mente quanto na conta bancária. Precisei domar esse monstro gigante que existe dentro da minha alma criativa. Precisei  entender de ambientes e de pessoas diferentes de mim;  aprendi a projetar uma consciência tão forte, que seria capaz de suportar a ansiedade criativa.


Experimentando, vivendo e sofrendo, transformei a minha realidade radicalmente!

Eu queria ser fotógrafo de revistas famosas, sonhava em dirigir filmes ganhadores de Oscar, 

mas a minha única chance de vencer seria transformar a simples fotografia social em um produto dos sonhos. Fiz, mesmo morando no interior, mesmo sem alguém acreditar. Muitas vezes pensei em desistir, mas eu não podia; era a minha única chance, era só o que eu tinha!


Sempre ouvi que artista não consegue ganhar dinheiro. Eu nunca aceitei isso: em primeiro lugar, porque eu tinha um motivo para ganhar, a minha família! Em segundo, porque eu não me aceitava como artista se não aprendesse a “arte” de ganhar e manter o dinheiro. Sim, manter! "Ganhar"... eu até ganhava (e muito bem, por sinal!), mas não mantinha.


Se você é artista e pensa fora da caixa, se possui um sonho e todos ao teu redor dizem que o que você faz  não dá dinheiro, que isso é apenas uma distração, um passatempo ou que ainda é algo desvalorizado, quero dizer que você não tem culpa por pensar que não é possível! A culpa é do modelo mental ultrapassado que a sociedade, muitas vezes, impõe. Chamo isso de “mente analógica”. Agora estamos na era do digital, na era do compartilhamento. E tudo pode ser diferente!



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